sábado, 12 de janeiro de 2013

Mambembe

E aqui eis que estamos
No triste da vida enredo
Sobre o palco em cena insanos
Marionetes do medo

Gugu Keller

6 comentários:

  1. Ser Marionete em qualquer questão, é muito ruim.

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  2. Que tenhamos força e sabedoria para cortar as cordas que nos controlam.

    Beijos,
    Isabela

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  3. Sempre existe fios, articulações morais, sociais, intelectuais e tantas outras presas a mercê do momento. Momento de não se deixar movimentar a qualquer música, a não se balançar por qualquer vento a não ser apenas mais. A sair desse medo.

    Marionetes no mundo? É talvez, pelo inevitável. Mentes pensantes? Essa deve ser uma opção sempre!

    Abraço

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  4. O que me impressiona é a nossa acomodação perante todo o processo de montagem do espetáculo:

    - Escrevemos os roteiros tétricos;
    - Construímos nas nossas intimidades bonecos submissos;
    - E fazemos a encenação com amargura, inconseqüentes.

    Talvez a covardia de cortar as cordas se deva ao fato de que ansiamos pelos aplausos no fechar das cortinas.

    Resta-nos saber, se haverá alguma vida para ouvir esses aplausos, depois de tudo isso...

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  5. Esperando pelo dia em que as cordas se arrebentem, ou que tenhamos coragem para cortá-las...

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  6. Medo. Algo muito presente em meus pensamentos. Gostaria que ele sumisse em determinados momentos.

    Enfim...

    Beijo

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